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A Blogueira

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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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terça-feira, 27 de junho de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Sei que ando sumida do blog e também sumi da comunidade de talassemia da rede amar a vida, mas como sempre é a correria do curso e ontem perdi meu cachorrinho.
Bom, vou recompensar vocês com várias postagens durante a semana

As úlceras são lesões superficiais, que podem ocorrer em qualquer organismo. Assim como outras complicações, algumas pessoas podem se tornar mais vulneráveis ao problema. Este é o caso, por exemplo, das úlceras gástricas, que podem ocorrer devido ao uso de anti-inflamatórios ou até mesmo por causa de bactérias, provocando muitas dores na região do estômago. Na talassemia, em específico a intermédia, o tipo mais comum é a chamada úlcera dos membros inferiores. Um estudo realizado com 100 pessoas portadoras da talassemia intermédia mostrou que 53% tinham maior propensão de apresentar o problema. Já no grupo com 100 portadores de talassemia major, ninguém apresentou. Essas úlceras aparecem como “feridas” na região das pernas e tornozelos, provocando muita dor e dificuldade de locomoção. Isso acontece porque, ao ficar em pé, a pele e a circulação do sangue podem sofrer alterações. A falta de transfusões de sangue, quando necessárias, é um dos principais fatores de risco. De acordo com a Dra. Sandra Logetto, médica do Comitê Científico Mé- dico da Abrasta, podem facilitar o aparecimento das úlceras: ter mais de 35 anos, ferritina sérica acima de 1000 ng/dL, aumento do baço, não receber hidroxiureia, não realizar a quelação de ferro quando há indicação e apresentar anemia. “A trombose, devido à obstrução da circulação sanguínea, conhecida por isquemia, insuficiência cardíaca e venosa, e sobrecarga de ferro no organismo também podem causar o surgimento de úlceras”, explica Dra. Sandra. O tratamento Infelizmente, as lesões são de difícil tratamento e até o momento não existem estudos suficientes que comprovem qual a melhor terapia para a úlcera na região das pernas. O próprio tratamento, ou seja, transfusões de sangue e terapia quelante, quando indicados, podem ser benéficos. “A pele deve ser examinada com frequência em busca dessas mudanças. Quando percebemos a úlcera, o paciente deverá ser acompanhado em conjunto com o dermatologista e cirurgião plástico. Sempre informamos que manter as pernas elevadas por 1 ou 2 horas por dia, ou dormir com as pernas um pouco levantadas, pode ajudar muito”, diz Dra. Sandra. Alguns especialistas indicam as transfusões de sangue e terapia quelante do ferro, quando necessá- rias, para amenizar as feridas. Em caso de infecções, o uso de pomada com antibiótico e curativo local devem ser utilizados. Creme com nitrito de sódio também ajuda bastante. Em pessoas com úlceras persistentes, existem relatos de tratamentos com vasodilatadores, câ- mara de oxigênio, enxerto de pele, fatores derivados de plaquetas tópico e anticoagulantes. “Porém, não se tem estudos clínicos para comprovar a real eficácia desses tratamentos“, enfatiza Dra. Sandra.

FONTE: Info Abrasta
Disponível no site: http://abrasta.org.br/info/ed33.pdf


OBS: Pessoal a ABRASTA disponibilizou em seu site um manual sobre talassemia para pacientes e familiares. Segue o link: http://abrasta.org.br/download/manual_talassemia.pdf