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A Blogueira

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Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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quinta-feira, 13 de abril de 2017
Mais uma postagem de hoje, para recompensar o tempo sem escrever. Pessoal, quero pedir pra vocês sugerirem vídeos para o canal do blog, o que vocês gostariam de ver no canal do blog no youtube? Sei que ainda devo alguns vídeos, com certeza irei filmá-los, mas gostaria de saber de vocês, meus leitores. Irei fazer uma nova enquete, por favor peço que votem, só assim saberei o que vocês querem que eu grave para vocês. Vocês também podem me mandar um email com sugestões de vídeos, de postagens no blog. Vocês também podem comentar em minhas postagens no blog o que vocês gostariam de ver por aqui e no youtube, desde já agradeço imensamente.

Meu email para contato é: ferrebeque@gmail.com

Bom, sem mais alongar, vamos a mais uma postagem voltada para o assunto do blog, tudo sobre talassemia

Doar sangue é um ato nobre e que pode salvar muitas vidas.


Qualquer pessoa com boa saúde, com idade entre 16 a 69 anos e peso a partir de 50 quilos pode doar. O candidato a doação deve estar bem alimentado e munido de documento de identidade. Já as pessoas que tiveram hepatite após os 10 anos de idade; têm comportamento sexual de risco; usam drogas; tiveram malária, tem ou tiveram doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), receberam transfusões nos últimos 12 meses; ou febre nos últimos 30 dias, estão impedidas de doar.
A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) orienta sobre a doação de sangue com esclarecimentos das principais dúvidas da população sobre o ato, que é indolor, rápido, voluntário e que pode salvar pacientes, desde submetidos a cirurgias ou em casos de emergências.

Confira os principais mitos e verdades sobre a doação de sangue, de acordo com a entidade:

1. Idosos não podem doar sangue.

MITO. A partir de 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.

2. A doação é restrita a pessoas sem piercing e tatuagem.

MITO. Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras áreas do corpo. Sobre pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho, pois é o tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.

3. O peso influencia na doação.

VERDADE. O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.

4. Gestantes e lactantes não podem doar.

VERDADE. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.

5. Descanso e alimentação influenciam na doação.

VERDADE. É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido, com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.

6. Doadores estão suscetíveis a doenças transmissíveis via sangue.

MITO. A partir da implementação do teste NAT com fomento da ABHH, doenças como HIV, Hepatites B e C, são detectadas pelo procedimento que tem capacidade de identificar se a pessoa está contaminada mesmo que haja um curto período, entre o dia de contaminação e a doação.

7. O doador pode realizar o ato a cada 30 dias.

MITO. A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para as mulheres, ou seja, em um período de 12 meses, há possibilidade de doação de até quatro vezes por ano, no caso de doador masculino e três em caso de doadora.
Fonte: Notícias ao Minuto
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/02/01/7-mitos-e-verdades-sobre-a-doacao-de-sangue/




Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Sei que estou sumida e sei que devo vídeos para vocês, mas com o tempo tudo vai se ajeitando e voltando a rotina de sempre. Estou na correria como sempre, curso, trabalhos, estágio e mais alguns contra-tempo do dia a dia, mas estou de volta.

Bom vamos a postagem de hoje, voltada para o tema do blog: tudo sobre talassemia

O Código de Ética Médica, que todo médico é obrigado a cumprir, é bem claro: o profissional tem que esclarecer o paciente sobre procedimentos a serem realizados, tratamentos a serem seguidos, remédios a serem tomados.
Após uma explicação clara de benefícios, riscos e alternativas, cabe ao paciente, ou a seus familiares, escolher o que fazer.
Mas isso é possível nos escassos minutos de uma consulta no sistema público ou em médicos de convênio? A julgar pelas reclamações de pacientes, não.
O mais comum é uma relação autocrática, em que o médico diz o que deve ser feito, e o paciente se submete.
A chamada medicina compartilhada, em que as decisões são tomadas conjuntamente pelo médico e pelo paciente, é um ideal perseguido em todo o mundo. Não apenas por questões éticas, mas também práticas.
O paciente bem informado sobre o tratamento e que, conscientemente decidiu adotá-lo, tende a segui-lo de forma correta, o que aumenta os índices de cura.

Os entraves aparecem na seguinte ordem: falta de tempo (no sistema público, há consultas que não chegam a 5 minutos, e mesmo médicos particulares alegam trabalhar em vários hospitais para encurtar o atendimento e agendam quatro ou mais consultas numa hora); falta de habilidade do médico para se comunicar de forma clara; falta de compreensão por parte dos pacientes.
“Muitos pacientes reclamam que os médicos não tocam neles, não conversam, não explicam o diagnóstico nem o tratamento. Depois, há a reclamação de que esses pacientes abandonam o tratamento. O médico precisa ter o doente como aliado, e só consegue isso com informação, com convencimento de que o caminho que está indicando é o melhor e realmente necessário”, afirma Merula Steagall, presidente da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e da Abasta (Associação Brasileira de Talassemia).
Merula fala com conhecimento de causa. Há mais de 40 anos convive com uma doença crônica (a talassemia), diagnosticada aos 2 anos, quando os médicos informaram sua família que ela teria poucos anos de vida. “Mesmo eu, às vezes, penso em relaxar o tratamento. Mas aí vale a relação com o médico, que sabe envolver até minha família para me incentivar”, afirma.
Para o presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), o psiquiatra Mauro Aranha, o problema não é o tempo das consultas, mas a falta de um vínculo maior entre médico e paciente. “No Brasil, a ênfase está na medicina curativa. A pessoa só procura um médico quando os sintomas já são graves. Aí, vai ao pronto atendimento, e cada dia fala com um profissional diferente. Não há continuidade. E, sem isso, não há como construir uma relação de confiança”, afirma.

O QUE DIZ O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA? 

Com experiência de 35 anos de consultório, o geriatra Eduardo Carlos Ferraro vai na mesma linha e aponta que o problema não se restringe ao sistema público, ocorre também com os usuários de planos de saúde, que alcançam um em cada quatro brasileiros.
“É preciso que exista uma relação de confiança entre o médico e o paciente, até para que seja profícua essa discussão sobre terapêutica. Mas isso está cada vez mais difícil porque o paciente não é mais do médico, é do convênio. A pessoa escolhe o médico não por indicação de alguém ou por conhecê-lo, mas se ele atende no seu convênio e se é perto da sua casa.
Ao mudar de convênio, ou se o médico se descredenciar, acabou a relação”, afirma Ferraro.
“A relação médico-paciente se desenvolve com o tempo. É preciso conhecer bem a pessoa, fazer as perguntas certas. E não só sobre a doença, mas sobre o indivíduo. Só assim se posse oferecer um tratamento ideal. Depois, é preciso explicá-lo, para que a pessoa entenda que é o melhor e se comprometa a segui-lo”, diz.
Respeitar e incentivar a autonomia do paciente na hora de definir tratamentos e medicamentos também traria mais transparência à medicina e inibiria práticas aéticas e criminosas como as da “máfia das próteses” (médicos recebiam de fabricantes de próteses e órteses para indicar cirurgias e colocação dessas peças em pacientes que não as necessitavam) e de hospitais que premiam médicos que solicitam mais exames ou outros procedimentos, o que gera mais lucro para a instituição.
Há também relatos de médicos que recebem de laboratórios para receitar seus remédios em vez de similares mais baratos.
“O paciente precisa perguntar. Não pode sair de uma consulta com dúvidas. Deve pedir explicações sobre o diagnóstico, os exames pedidos, se há alternativas de tratamento ou remédio, e o médico precisa dar opções”, afirma Florentino Cardoso, presidente da AMB (Associação Médica Brasileira).
Pensando nisso, a Agency for Healthcare Research and Quality, ligada ao Departamento de Saúde do governo americano, preparou uma espécie de cartilha para ajudar os pacientes a questionar os médicos.
Muitas perguntas são óbvias —como: para que serve o exame que o terei que fazer? O que pode detectar, mas funcionam como um roteiro para abordar os médicos.
Questione seu médico“O paciente deve perguntar, sim. E o médico não vai ficar irritado. Não pode haver dúvidas de que médico e paciente têm um interesse comum, que é a cura”, afirma o presidente do Cremesp.
Também vale buscar uma segunda ou terceira opinião antes de se submeter a um tratamento não rotineiro.
“O paciente não pode ter medo do médico, e os médicos precisam deixar os pacientes mais à vontade. Precisam também deixar de lado os termos técnicos e usar uma linguagem clara para leigos. Além disso, nós, na AMB, incentivamos as pessoas a procurarem uma segunda ou terceira opinião quando estiverem com dúvidas, inseguras”, diz Cardoso.
É consenso que, se médicos e pacientes seguirem essas receitas, reduzem-se as chances das ações de máfias, de erros e de desperdícios na saúde.

Fonte: Folha de S. Paulo Online | Cotidiano
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/03/30/paciente-deve-entender-opcoes-de-tratamentos-e-ajudar-a-coibir-erros/