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A Blogueira

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Estudante de Química, formada em técnico em farmácia e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 26 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

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quinta-feira, 13 de abril de 2017
Mais uma postagem de hoje, para recompensar o tempo sem escrever. Pessoal, quero pedir pra vocês sugerirem vídeos para o canal do blog, o que vocês gostariam de ver no canal do blog no youtube? Sei que ainda devo alguns vídeos, com certeza irei filmá-los, mas gostaria de saber de vocês, meus leitores. Irei fazer uma nova enquete, por favor peço que votem, só assim saberei o que vocês querem que eu grave para vocês. Vocês também podem me mandar um email com sugestões de vídeos, de postagens no blog. Vocês também podem comentar em minhas postagens no blog o que vocês gostariam de ver por aqui e no youtube, desde já agradeço imensamente.

Meu email para contato é: ferrebeque@gmail.com

Bom, sem mais alongar, vamos a mais uma postagem voltada para o assunto do blog, tudo sobre talassemia

Doar sangue é um ato nobre e que pode salvar muitas vidas.


Qualquer pessoa com boa saúde, com idade entre 16 a 69 anos e peso a partir de 50 quilos pode doar. O candidato a doação deve estar bem alimentado e munido de documento de identidade. Já as pessoas que tiveram hepatite após os 10 anos de idade; têm comportamento sexual de risco; usam drogas; tiveram malária, tem ou tiveram doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), receberam transfusões nos últimos 12 meses; ou febre nos últimos 30 dias, estão impedidas de doar.
A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) orienta sobre a doação de sangue com esclarecimentos das principais dúvidas da população sobre o ato, que é indolor, rápido, voluntário e que pode salvar pacientes, desde submetidos a cirurgias ou em casos de emergências.

Confira os principais mitos e verdades sobre a doação de sangue, de acordo com a entidade:

1. Idosos não podem doar sangue.

MITO. A partir de 2013, houve aumento na idade máxima dos doadores de sangue pelo Ministério da Saúde. Atualmente, pessoas entre 16 e 69 anos podem realizar o ato de doação.

2. A doação é restrita a pessoas sem piercing e tatuagem.

MITO. Apenas pessoas com piercing na cavidade oral não podem realizar a doação, pois a boca está mais receptiva a infecções do que outras áreas do corpo. Sobre pessoas com tatuagens, é indicada que a doação seja feita após um ano da realização do desenho, pois é o tempo adequado para manifestações de doenças contagiosas que possam ser transmitidas pela agulha.

3. O peso influencia na doação.

VERDADE. O peso do voluntário deve ser a partir de 50 quilos.

4. Gestantes e lactantes não podem doar.

VERDADE. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem doar. As lactantes devem aguardar 12 meses após o parto. E no período pós-parto, a mulher poderá ser doadora após 90 dias, em casos de parto normal e 180 dias em cesárias.

5. Descanso e alimentação influenciam na doação.

VERDADE. É necessário estar descansado e não ter praticado atividades físicas intensas pelo menos cinco horas antes da doação. Em relação à alimentação, é preciso estar bem nutrido, com refeições prévias leves e sem gordura. Além disso, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas até 24 horas antes da doação.

6. Doadores estão suscetíveis a doenças transmissíveis via sangue.

MITO. A partir da implementação do teste NAT com fomento da ABHH, doenças como HIV, Hepatites B e C, são detectadas pelo procedimento que tem capacidade de identificar se a pessoa está contaminada mesmo que haja um curto período, entre o dia de contaminação e a doação.

7. O doador pode realizar o ato a cada 30 dias.

MITO. A doação de sangue deve realizada com intervalo mínimo de 60 dias para homens e 90 dias para as mulheres, ou seja, em um período de 12 meses, há possibilidade de doação de até quatro vezes por ano, no caso de doador masculino e três em caso de doadora.
Fonte: Notícias ao Minuto
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/02/01/7-mitos-e-verdades-sobre-a-doacao-de-sangue/




Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Sei que estou sumida e sei que devo vídeos para vocês, mas com o tempo tudo vai se ajeitando e voltando a rotina de sempre. Estou na correria como sempre, curso, trabalhos, estágio e mais alguns contra-tempo do dia a dia, mas estou de volta.

Bom vamos a postagem de hoje, voltada para o tema do blog: tudo sobre talassemia

O Código de Ética Médica, que todo médico é obrigado a cumprir, é bem claro: o profissional tem que esclarecer o paciente sobre procedimentos a serem realizados, tratamentos a serem seguidos, remédios a serem tomados.
Após uma explicação clara de benefícios, riscos e alternativas, cabe ao paciente, ou a seus familiares, escolher o que fazer.
Mas isso é possível nos escassos minutos de uma consulta no sistema público ou em médicos de convênio? A julgar pelas reclamações de pacientes, não.
O mais comum é uma relação autocrática, em que o médico diz o que deve ser feito, e o paciente se submete.
A chamada medicina compartilhada, em que as decisões são tomadas conjuntamente pelo médico e pelo paciente, é um ideal perseguido em todo o mundo. Não apenas por questões éticas, mas também práticas.
O paciente bem informado sobre o tratamento e que, conscientemente decidiu adotá-lo, tende a segui-lo de forma correta, o que aumenta os índices de cura.

Os entraves aparecem na seguinte ordem: falta de tempo (no sistema público, há consultas que não chegam a 5 minutos, e mesmo médicos particulares alegam trabalhar em vários hospitais para encurtar o atendimento e agendam quatro ou mais consultas numa hora); falta de habilidade do médico para se comunicar de forma clara; falta de compreensão por parte dos pacientes.
“Muitos pacientes reclamam que os médicos não tocam neles, não conversam, não explicam o diagnóstico nem o tratamento. Depois, há a reclamação de que esses pacientes abandonam o tratamento. O médico precisa ter o doente como aliado, e só consegue isso com informação, com convencimento de que o caminho que está indicando é o melhor e realmente necessário”, afirma Merula Steagall, presidente da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e da Abasta (Associação Brasileira de Talassemia).
Merula fala com conhecimento de causa. Há mais de 40 anos convive com uma doença crônica (a talassemia), diagnosticada aos 2 anos, quando os médicos informaram sua família que ela teria poucos anos de vida. “Mesmo eu, às vezes, penso em relaxar o tratamento. Mas aí vale a relação com o médico, que sabe envolver até minha família para me incentivar”, afirma.
Para o presidente do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo), o psiquiatra Mauro Aranha, o problema não é o tempo das consultas, mas a falta de um vínculo maior entre médico e paciente. “No Brasil, a ênfase está na medicina curativa. A pessoa só procura um médico quando os sintomas já são graves. Aí, vai ao pronto atendimento, e cada dia fala com um profissional diferente. Não há continuidade. E, sem isso, não há como construir uma relação de confiança”, afirma.

O QUE DIZ O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA? 

Com experiência de 35 anos de consultório, o geriatra Eduardo Carlos Ferraro vai na mesma linha e aponta que o problema não se restringe ao sistema público, ocorre também com os usuários de planos de saúde, que alcançam um em cada quatro brasileiros.
“É preciso que exista uma relação de confiança entre o médico e o paciente, até para que seja profícua essa discussão sobre terapêutica. Mas isso está cada vez mais difícil porque o paciente não é mais do médico, é do convênio. A pessoa escolhe o médico não por indicação de alguém ou por conhecê-lo, mas se ele atende no seu convênio e se é perto da sua casa.
Ao mudar de convênio, ou se o médico se descredenciar, acabou a relação”, afirma Ferraro.
“A relação médico-paciente se desenvolve com o tempo. É preciso conhecer bem a pessoa, fazer as perguntas certas. E não só sobre a doença, mas sobre o indivíduo. Só assim se posse oferecer um tratamento ideal. Depois, é preciso explicá-lo, para que a pessoa entenda que é o melhor e se comprometa a segui-lo”, diz.
Respeitar e incentivar a autonomia do paciente na hora de definir tratamentos e medicamentos também traria mais transparência à medicina e inibiria práticas aéticas e criminosas como as da “máfia das próteses” (médicos recebiam de fabricantes de próteses e órteses para indicar cirurgias e colocação dessas peças em pacientes que não as necessitavam) e de hospitais que premiam médicos que solicitam mais exames ou outros procedimentos, o que gera mais lucro para a instituição.
Há também relatos de médicos que recebem de laboratórios para receitar seus remédios em vez de similares mais baratos.
“O paciente precisa perguntar. Não pode sair de uma consulta com dúvidas. Deve pedir explicações sobre o diagnóstico, os exames pedidos, se há alternativas de tratamento ou remédio, e o médico precisa dar opções”, afirma Florentino Cardoso, presidente da AMB (Associação Médica Brasileira).
Pensando nisso, a Agency for Healthcare Research and Quality, ligada ao Departamento de Saúde do governo americano, preparou uma espécie de cartilha para ajudar os pacientes a questionar os médicos.
Muitas perguntas são óbvias —como: para que serve o exame que o terei que fazer? O que pode detectar, mas funcionam como um roteiro para abordar os médicos.
Questione seu médico“O paciente deve perguntar, sim. E o médico não vai ficar irritado. Não pode haver dúvidas de que médico e paciente têm um interesse comum, que é a cura”, afirma o presidente do Cremesp.
Também vale buscar uma segunda ou terceira opinião antes de se submeter a um tratamento não rotineiro.
“O paciente não pode ter medo do médico, e os médicos precisam deixar os pacientes mais à vontade. Precisam também deixar de lado os termos técnicos e usar uma linguagem clara para leigos. Além disso, nós, na AMB, incentivamos as pessoas a procurarem uma segunda ou terceira opinião quando estiverem com dúvidas, inseguras”, diz Cardoso.
É consenso que, se médicos e pacientes seguirem essas receitas, reduzem-se as chances das ações de máfias, de erros e de desperdícios na saúde.

Fonte: Folha de S. Paulo Online | Cotidiano
Fonte: http://abrasta.org.br/2017/03/30/paciente-deve-entender-opcoes-de-tratamentos-e-ajudar-a-coibir-erros/



segunda-feira, 27 de março de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Bom, sei que estou sumida mas como sempre é a correria do dia a dia. Hoje vou postar sobre talassemia novamente, em breve novidades no blog e no canal.


O acúmulo de ferro nas células do coração é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major
Ensaio clínico
O acúmulo de ferro nas células do coração, que pode resultar em insuficiência cardíaca ou arritmias fatais, é uma das complicações de saúde mais temidas por portadores de talassemia major – doença hereditária popularmente conhecida como anemia do mediterrâneo.
Em artigo publicado na revista Blood, pesquisadores brasileiros demonstraram que o problema pode ser combatido com o uso diário de anlodipina – um medicamento barato, com poucos efeitos colaterais e já disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de hipertensão.
“Esse fármaco tem sido usado na clínica há décadas e é considerado seguro para adultos e crianças. Pode ser aliado à terapia convencional com grande benefício para os pacientes e poucos efeitos colaterais”, afirmou Juliano de Lara Fernandes, pesquisador do Instituto de Ensino e Pesquisa José Michel Kalaf, em Campinas, e coordenador do estudo apoiado pela FAPESP.
O trabalho foi feito em parceria com pesquisadores do Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Centro Infantil Boldrini e Centro de Hematologia de São Paulo, entre outros.
Conforme explicou Fernandes, a talassemia major é causada por uma mutação genética que compromete a estrutura da hemoglobina – proteína que confere a cor vermelha ao sangue. Como resultado, formam-se hemácias mais frágeis, com menor tempo de duração no organismo e menor capacidade de transportar oxigênio.
Para evitar os prejuízos decorrentes da anemia crônica, os portadores da doença precisam receber transfusões sanguíneas a cada três ou quatro semanas. O tratamento, porém, causa um efeito adverso: aumenta a concentração de ferro no organismo.
“Normalmente, quando novas hemácias são produzidas, o estoque de ferro já presente nas células antigas é reaproveitado. Porém, quando o paciente recebe uma transfusão, com o sangue vem uma quantidade extra do mineral. Após dez transfusões, a concentração chega a dobrar”, explicou o pesquisador.
Como não há no corpo humano mecanismos para excretar o ferro excedente, a substância começa a se acumular nas células de diversos órgãos – especialmente no coração e no fígado. Para minimizar o problema, os pacientes costumam ser tratados com medicamentos quelantes, substâncias capazes de se ligar ao ferro, produzindo um composto que pode ser excretado por meio da urina ou das fezes.
“A terapia quelante funciona bem em órgãos periféricos, mas depois que o mineral entra nas células do coração é difícil retirá-lo de lá. As disfunções miocárdicas são hoje a principal causa de mortalidade entre os talassêmicos e podem surgir a partir dos 10 anos de idade”, afirmou Fernandes.
Segundo o pesquisador, o grande problema ocorre quando entra nas células cardíacas uma espécie tóxica de ferro conhecida como NTBI (ferro livre não ligado à transferrina, na sigla em inglês), que pode causar a morte celular. Normalmente, esse tipo de molécula está presente em pequenas quantidades na circulação, mas sua concentração pode aumentar com as sucessivas transfusões.
Enquanto no fígado as moléculas de ferro NTBI podem entrar e sair livremente sem grandes prejuízos ao órgão, para penetrar nas células cardíacas elas dependem de um tipo específico de canal, cujo papel principal é levar moléculas de cálcio para o meio intracelular.
“Pensamos então que drogas capazes de bloquear esse canal de cálcio poderiam também evitar a entrada do ferro tóxico nas células cardíacas e aumentar a eficácia da terapia quelante. Os bloqueadores de canal de cálcio são fármacos já amplamente usados para tratar problemas como hipertensão e arritmias”, contou Fernandes.
Para testar a hipótese, foram selecionados 62 pacientes com talassemia major divididos em dois grupos. Como a doença é rara, o número é considerado bastante representativo. Os dois grupos de estudo receberam a terapia quelante convencional, mas apenas um teve o tratamento associado à anlodipina. O outro recebeu placebo.
Antes de iniciar o ensaio clínico, todos os pacientes foram submetidos a um exame de ressonância magnética cardíaca e hepática, que permite verificar se há sobrecarga de ferro nos órgãos. De acordo com o resultado, os participantes de cada grupo foram subdivididos entre aqueles com ou sem acúmulo de ferro cardíaco inicial. Após um ano de seguimento, os exames foram repetidos.
“Nos pacientes que apresentavam sobrecarga inicial de ferro cardíaco e foram tratados com anlodipina, foi observada uma redução de 21% na concentração do mineral nos órgãos, enquanto naqueles que tinham sobrecarga e receberam apenas quelante e placebo houve um aumento de 2%”, contou o pesquisador.
Já quando foram comparados apenas os dados dos subgrupos sem sobrecarga, os resultados dos que receberam anlodipina foram semelhantes aos dos participantes que receberam placebo.
“Possivelmente, seria necessário um acompanhamento mais longo para ver os benefícios da terapia preventiva com anlodipina, ou seja, para quem ainda não sofre com a sobrecarga de ferro. No entanto, para os pacientes que já apresentam acúmulo de ferro, os resultados mostram que vale a pena usar anlodipina. Não precisa mudar a terapia que já é feita, basta acrescentar o anti-hipertensivo por via oral diariamente”, avaliou Fernandes.
De acordo com o pesquisador, existem atualmente no Brasil cerca de 350 pacientes com talassemia major – forma mais grave da doença associada à presença da mutação em homozigose (herdada por parte do pai e da mãe). Já os portadores de talassemia intermedia (mutação herdada de apenas um dos progenitores) somam aproximadamente 700 pessoas no Brasil e podem não apresentar sintomas ou ter uma manifestação mais leve da doença, necessitando de transfusões com menos frequência.
O artigo A randomized trial of amlodipine in addition to standard chelation therapy in patients with thalassemia major (doi: 10.1182/blood-2016-06-721183) pode ser lido em www.bloodjournal.org/content/128/12/1555.long?sso-checked=true.

Fonte: http://abrasta.org.br/2017/02/01/estudo-propoe-novo-protocolo-para-o-tratamento-de-talassemia/
Fonte: Agência FAPESP


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Olá pessoal tudo bem com vocês?? Bom esse ano resolvi não colocar todos os materiais escolares de 2017 em um post no blog, resolvi fazer um vídeo com os materiais escolares desse ano.
Esse ano vou para o 4 semestre do curso técnico em química. Então se você quer ver meu material escolar desse ano, confira o vídeo disponível no canal do blog, aproveite para se inscrever no canal, compartilhar com seus amigos, comentem e sejam bem vindos ao canal.

Beijinhos



Obs: Repostagem do vídeo, o outro vídeo deu um pequeno problema e tive que excluir, esse novo vídeo ficou um pouco mais longo, mas espero que gostem. Logo terá mais vídeos, como primeiro dia de aula, rotina de um talassemico maior, tudo sobre talassemia, preparação do desferal,  manutenção e tudo sobre meu aparelho, tudo sobre meu curso, tutorial de maquiagem básica, vídeo aula de automaquiagem (maquiagem para o dia, maquiagem para noite), recebidos, e muito mais, por isso para não perder mais nenhum vídeo não deixem de se inscrever no canal e a cada vídeo assistido, deixe seu like, comente, compartilhe com seus amigos, isso ajuda muito no crescimento do canal e também é um incentivo para mim, assim saberei que vocês estão gostando dos vídeos e com certeza farei mais vídeos. Deixem suas sugestões de vídeos e postagem para o blog.

Beijinhooos




sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Bom vamos a mais uma resenha de produtinhos....


Sempre quis ter meu cabelo vermelho mas sem descolorir, depois de 3 anos mais ou menos, pintando de vermelho, consegui chegar no tom que queria. Mas sempre tem novidades no ramo da beleza, surgiu a cor marsala. Fiquei encantada e já pedi pra minha cabeleireira pessoal para pintar dessa cor, tentamos algumas tintas, sem sucesso. Depois de muito pesquisar, chegamos na misturinha que utilizo hoje, a 8.66 + mix violeta, ambas da yamá + ox de 30vl.

Pesquisando na internet, descobri a máscara matizadora da Mairibel, vinho marsala. Decidi comprar para testar, me surpreendi com o resultado!! Ela é supeeeer hidratante, tem um cheirinho delicioso e ainda "matiza" os cabelos. Um grande detalhe que você deve analisar antes de decidir fazer uma mudança  tão radical é a manutenção que a sua nova escolha irá lhe dar. 


Eu deveria pintar os meus cabelos à cada trinta dias, é lógico que isso irá variar de acordo com o seu crescimento capilar, no meu caso ele vai muito bem obrigada (cresce de 2 cm à 3 cm por mês), mas com isso eu acabo tendo um certo prejuízo com a manutenção do vermelho, pois não fica nada bonito a raiz do cabelo escura.
E não é somente a raiz, ele fica opaco, sem brilho e parecendo “água de salsicha um pouquinho mais escura”, meninas acreditem em mim, o vermelho é lindo mas dá um trabalhão que até cansa. 
Mas vamos lá para o que interessa que a resenha desse Condicionador Hidratante maravilhoso

O Condicionador Vinho Marsala é um produto da marca Mairibel, eu confesso que não conhecia os produtos da marca por tratar-se de uma empresa que fabrica linhas  para profissionais.



Sobre o Condicionador:
O Condicionador Hidratante Vinho Marsala com óleo de argan, aminoácidos essenciais e outros hidratantes especiais, foi desenvolvido para reativar a cor e o brilho dos cabelos vermelhos, amenizando os tons grisalhos, hidratando e nutrindo os fios.
Quantidade: A embalagem contém 500 gramas que é muito bom, pois o produto rende bastante.
Onde encontrar: você pode pedir para o seu cabeleireiro solicitar  ao representante da marca, ou você pode comprar pelo mercado livre.
Quanto Custa: eu paguei R$51,00, foi um preço super justo pelo que o produto oferece e também pela quantidade.
Modo de usar: o cabelo deve ser lavado com um shampoo de sua preferência, retire o excesso de água e faça a aplicação enluvando mecha a mecha. É de extrema importância a utilização de luvas durante a aplicação, pois ele mancha as mãos, da mesma forma que os matizadores roxos. O tempo de espera é de 30 minutos, após isso é só enxaguar.
Durabilidade: ele funciona como um tonalizante e todas às vezes que você lavar os cabelos ele irá sair sim, isso é extremamente normal.
Como esse condicionador tem o tonalizante eu utilizo à cada 15 dias para reavivar a cor do meu cabelo, disfarçar a raiz e deixa-lo mais brilhoso, fazendo isso eu consigo pintar a cada dois meses.  Já economizo né amigas!!!
O produto está mais do que aprovado!!!! E vejam nessa foto eu já estou dois meses sem pintar o cabelo. #ficaadica 😍

Se você tem vontade de pintar os cabelos nessa tonalidade, já compra esse condicionador pois além de hidratar ele deixa os cabelos lindos.
Espero que tenham gostado.

Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Comigo está tudo ótimo, graças a Deus. Peço desculpas pelo sumiço do blog, correria de final de ano, provas finais, mas estou de férias agora e terei mais tempo para postar no blog!! Prometo a vocês postar mais no blog, terá postagens pelo menos duas ou três vezes na semana durante esse mês de Janeiro e depois que voltar as aulas irei postar pelo menos duas vezes por semana. Já no canal do blog para youtube, sei que está parado mas logo irei postar mais vídeos. Em relação aos vídeos, vou tentar postar pelo menos uma vez por semana.
Desde já um feliz 2017 a todos!!

Vamos a primeira postagem do ano!!

    No início de 2015, foi aprovado nos Estados Unidos o uso do quelante oral Jadenu. Ele é composto pelo Deferasirox, mesmo componente do Exjade, já utilizado pelos brasileiros portadores de talassemia. A diferença é que a nova versão deve ser ingerida como comprimido e é melhor absorvida pelo estômago.
    Este medicamento não tem a intenção de agir de maneira diferente no organismo do paciente, e sim facilitar a administração do quelante de ferro. Estudiosos acreditam que para o portador de talassemia seja melhor tomar o comprimido, ao invés de dissolvê-lo em líquido.
    Sua função é se ligar ao ferro em excesso, em especial em órgãos como o coração e fígado, e produzir um composto que será excretado pelas fezes. "O Jadenu pode ser tomado em jejum ou depois de uma refeição leve, diferente do Exjade, que só pode ser ingerido em jejum. Mas o que ainda não se sabe é se o Jadenu realmente é seguro ou eficaz quando tomado com outra terapia quelante de ferro, por isso, até que mais estudos sejam realizados, é importante não combiná-lo", explica a Dra. Sandra Loggetto, hematologista do Comitê Médico Científico da ABRASTA.
    Ele é indicado para pessoas acima dos dois anos de idade, que já receberam entre 10 a 20 transfusões de hemácias e que tenham duas medidas de ferritina sérica acima de 1.000ng-dL.
    "Os efeitos colaterais são os mesmos do Exjade, já que a molécula utilizada também é a mesma. Assim, é possível que os pacientes apresentem náusea, vômito, diarreia, dor de estômago, além de alterações na função dos rins e fígado. Aliás, se o paciente tiver algum problema grave nestes dois órgãos, não devem receber tratamento com nenhum destes medicamentos", explicou a Dra Sandra.
    O Jadenu, que teve boa aceitação nos Estados Unidos, não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e ainda não é comercializado no Brasil.

Fonte: InfoAbrasta
           Edição 35
           Ano 11
           Dez-Jan-Fev 2017
Página: 5



sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Comigo tá tudo bem, sei que ando sumida mas como sempre é a correria do dia a dia, estou tentando postar pelo menos uma vez por semana mas está complicado.

Bom vamos ao post de hoje: Dreamers. Mas o que significa essa palavra? Essa palavra significa sonhos, isso mesmo, sonhos.

Cada um de nós temos sonhos em nossa vida, como por exemplo cursar uma faculdade, conhecer um ídolo, ter um celular moderno, um computador, enfim todos nós temos sonhos na vida, mas daí tal vez você deva estar se perguntando: Será que um dia vou conseguir realizar meus sonhos? É eu tenho a solução dessa pergunta para você. Sim sonhos são possíveis de se realizar, basta você ter primeiramente fé e também muita persistência, lutar por aquilo que você tanto busca, tanto almeja que sonhos são possíveis de se realizar.

Já realizei alguns sonhos, mas 3 deles ainda não. Meu sonho de conhecer meu espelho, Merula, se realizou; meu sonho de fazer um curso de maquiagem se realizou; meu sonho de ter uma bombinha crono se realizou.
Mas como disse anteriormente, 3 deles ainda não se realizaram, e quais são?

1- Ganhar uma bolsa para cursar medicina
2 - Conhecer Londres
3 -Conhecer o cantor Daniel


Sou formada em técnico em farmácia, sou maquiadora profissional e atualmente estou cursando técnico em química, mas meu sonho sempre, sempre foi ser médica hematologista pediátrica e creio que um dia vai se tornar realidade, creio que um dia isso vai acontecer, eu acredito que um dia vou realizar esses sonhos, tudo é possível para Deus, como disse antes, basta acreditar e lutar para então conseguir realizar o sonho que tanto almeja para sua vida.


Beijinhos e até o próximo post

Fernanda Rebeque Rebello