Qual vídeo/vlog vocês querem no canal do youtube?

Pesquisar este blog

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Seguidores

Google Analytics

A Blogueira

A Blogueira
Estudante de Análises Clínicas, formada em técnico em farmácia, técnico em química e atualmente maquiadora profissional, aquariana, 27 anos, adora escrever, adora livros, Potterhead.

Seguidores

Tecnologia do Blogger.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Olá pessoal, tudo bem com vocês? Primeiramente feliz 2018 a todos os meus leitores, que esse ano seja um ano repleto de realizações, muita saúde, paz, felicidade, alegria a todos nós. Sei que estou sumida do blog, mas como sempre é a correria do dia a dia. Queria que minha primeira postagem do ano fosse do meu material escolar de 2018, maaaaaaaaas meus materiais ainda não estão completos (falta algumas coisinhas) então a primeira postagem do ano vai ser sobre talassemia.
Mas muito em breve vai ter postagem de material escolar siiiiiiiim!
Esses dias que andei um pouco afastada do blog e do canal, estava sem animo nenhum de gravar vídeos e escrever postagens no blog, mas esse ano vim com força total e vai ter muitas novidades para vocês.

Bom, sem enrolação Fer (meu apelido), bora pra postagem de hoje, a primeira postagem do ano (de muitaaaaaaas)

Usando uma nova estratégia de edição de genes, pesquisadores da Universidade de Yale podem corrigir mutações que causam talassemia, uma forma de anemia. Sua técnica de edição gênica forneceu correções às mutações e aliviou a doença em camundongos. A descoberta pode levar a estudos para uma terapia gênica semelhante para tratar pessoas com distúrbios sanguíneos hereditários. 
Técnicas de edição de genes têm potencial para tratar distúrbios sanguíneos que ocorrem em famílias, como a talassemia e a anemia falciforme, mas sua aplicação tem sido amplamente limitada a células em laboratório e não a animais vivos. Para alcançar a edição de genes em camundongos com talassemia, o professor de radiologia terapêutica e de genética Dr. Peter M. Glazer e seus colaboradores, desenvolveram uma abordagem alternativa usando uma nova combinação de nanopartículas, pedaços de DNA sintético e uma simples injeção Intra Venosa.
A equipe de pesquisa interdisciplinar identificou uma proteína derivada da medula óssea que tem a capacidade de ativar as células-tronco – as células que são mais responsivas à edição gênica. Eles combinaram a proteína com moléculas sintéticas, conhecidas como PNAs (Synthetic Polyamide Nucleic Acids, ou Ácidos Nucleicos de Poliamida Sintético), que imitam o DNA e se ligam ao gene alvo para formar uma tripla hélice. Isso desencadeia os processos de reparação ou correção da própria célula para corrigir a mutação causadora da doença.
A equipe então utilizou nanopartículas, desenvolvidas no laboratório do Dr. Mark Saltzman, professor de engenharia biomédica, para transportar os PNAs para a mutação alvo em camundongos. O passo final foi usar uma injeção IV para entregar o pacote de edição de genes.
Os pesquisadores descobriram que a técnica corrigiu a mutação em tal grau que os camundongos já não tinham sintomas de talassemia. Após 140 dias, eles testaram os níveis de hemoglobina nos animais e os consideraram normais.
O resultado fundamental aqui é que com as nanopartículas contendo PNAs, juntamente com o DNA modelo e corrigido, uma simples injeção IV de moléculas, se conseguiu bastante edição dos genes para efetivamente curar a anemia em camundongos que tinham talassemia.
Além disso, como a equipe de pesquisadores usou pedaços minúsculos de DNA que foram produzidos quimicamente, esta técnica evitou o tipo de resultados não intencionais que outras técnicas, como a CRISPR, podem causar quando alteram o genoma. Os efeitos fora do alvo foram extremamente baixos.
Se a estratégia se mostrar eficaz em estudos clínicos, poderia levar ao desenvolvimento de terapia genética para pessoas com talassemia, e potencialmente doença falciforme e outras doenças hereditárias do sangue. Podemos obter células corrigidas suficientes que os indivíduos não mais serão anêmicos. Poder-se-ia conseguir uma cura sintomática.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Olá  pessoal, tudo bem com vocês? Sei que estou sumida do blog, mas estava meio desanimada para postar para vocês. Sei que estou devendo vídeos, resenhas, recebidos, preparação do desferal, rotina da escola...enfim, muitaaaaaaaa coisa. Prometo para vocês que assim que tiver um tempo (estou em semana de revisão e semana de provas) eu vou postar tudo o que prometi pra vocês.

Bom, vamos a postagem de hoje....

Para os portadores de talassemia maior e intermediária que precisam de tratamento, uma das principais preocupações é o excesso de ferro no organismo causado pelas transfusões de sangue recorrentes. E não é para menos, pois se a quelação do ferro não for realizada corretamente, o coração será um dos órgãos mais afetados, causando diferentes problemas cardíacos, que podem levar à óbito (veja no quadro quais são). De acordo com o Dr. Juliano de Lara Fernandes, cardiologista e pesquisador do Instituto de Ensino e Pesquisa José Michel Kalaf, tão importante quanto tratar é evitar a acumulação de ferro. “Diferente de vários outros quadros cardíacos, a cardiomiopatia pelo excesso de ferro é reversível, mas não adianta ficar apenas tomando remédios que tratem os quadros cardíacos, é preciso evitar que este ferro tenha entrada no coração”, disse. Como já é de conhecimento da maior parte dos portadores de talassemia, são três os medicamentos quelantes usados para evitar que o ferro se instale no organismo: Ferriprox, Exjade e Desferal. Mas o que nem todo mundo sabe é que, ainda assim, é possível que pequena parte do ferro consiga passar por esta barreira e se instalar no coração. “O ferro que entra nas células cardíacas é tóxico e é produzido quando o corpo não consegue lidar com a carga de ferro usual. Para que um quelante seja eficiente, é preciso que ele aja nas 24 horas do dia. Mas no momento que se esquece de usar o quelante, que seja por um dia, ou até mesmo pula-se doses, o paciente acaba permitindo que, nestes intervalos, o ferro tóxico se forme e entre no coração”, explicou o médico. E é neste momento que a Anlodipina pode fazer um importante diferencial.
    De acordo com estudo publicado na revista científica Blood, o medicamento, utilizado há mais de 20 anos em pacientes com hipertensão arterial (pressão alta) e doenças coronárias, se mostrou eficaz no bloqueio dos principais mecanismos que o ferro usa para entrar no coração. “Graças a isso, mesmo que o paciente tenha produção de ferro tóxico nos períodos que chamamos de inter-quelação, o coração ficaria protegido”, explica o Dr. Juliano, um dos pesquisadores do estudo. O estudo mostrou que em portadores da talassemia com pequenas elevações de ferro no coração, o medicamento se mostrou eficaz ao ser utilizado de forma complementar ao quelante, para reduzir mais rapidamente a concentração de ferro miocárdico. Também foi demonstrado que, inicialmente, pacientes com grandes quantidades de ferro no coração tiveram queda nesta concentração, mais rapidamente que pacientes que não usaram o medicamento, mesmo com doses semelhantes de quelantes. “Junto ao fato da Amlodipina não ter efeitos colaterais graves e poder ser usada juntamente a qualquer quelante e outros medicamentos, inclusive por crianças, ela também tem a favor não apresentar efeitos colaterais graves, seu baixo custo e distribuição gratuita pelo Sistema Único de Saúde. Realmente o padrão risco-benefício é muito favorável”, comenta Dr. Juliano.



Alerta! Fique atento aos sinais que seu corpo manda quando o coração não está funcionando corretamente

As doenças cardíacas causam grande receio em toda a população mundial. Os maus hábitos cotidianos adquiridos nos tempos modernos, como a má alimentação, estresse, sedentarismo, excesso de álcool e cigarro, são alguns dos vilões que prejudicam, e muito, o coração. No caso da talassemia, acrescenta-se o acúmulo de ferro, como vimos. Dentre os problemas mais comuns estão: Disfunção cardíaca - O coração passa a apresentar aumento de volume e sua contração se torna mais fraca, causando insuficiência cardíaca que leva à falta de ar, inchaço nas pernas e cansaço exagerado. Arritmia - Pode aparecer devido ao sistema de condução elétrico ficar prejudicado, causando palpitações e acelerações graves no ritmo cardíaco. Taquicardia – O excesso de ferro no coração pode gerar uma aceleração dos batimentos cardíacos, com mais de cem batimentos por minuto, e o portador da talassemia pode até desmaiar. É muito importante se consultar periodicamente com o cardiologista, além de realizar a ressonância magnética T2*, para medir as quantidades exatas de ferro que há no coração. Quanto antes iniciar o tratamento, melhor.





FONTE: Info ABRASTA
Páginas 12 e 13
Disponível em: http://abrasta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/ed36.pdf


sábado, 22 de julho de 2017
Olá pessoal tudo bem com vocês?? Comigo está tudo ótimo. Bom como deixei vocês abandonados por algum tempo....vamos a mais um post sobre talassemia.
Minha última postagem foi dia 19/7, prometi várias outras postagens, muito em breve vai ter do meu material escolar 2017 2 semestre (postagem no blog e vídeo no canal) e muitas outras postagens, então não perca tempo e se inscreva no canal do youtube e no blog, assim você ficará por dentro de tudo e não perderá nenhum vídeo e nem postagem.
Sem mais alongar, vamos para o post de hoje: Em toda parte

Prejudicial à saúde quando em excesso, o ferro pode causar sérios problemas se for acumulado na região da tireoide.

Por Tatiane Mota

    Glândula localizada na parte anterior do pescoço, a tireoide fica apoiada na traqueia, ao lado da artéria carótida. Com o formato de uma borboleta, ela é responsável pela regulação de órgãos como o coração, cérebro, fígado e rins, além de produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).      Quando a tireoide não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em excesso, ocasionando o hipertireoidismo, ou pode liberar em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo. Este último é justamente um dos problemas enfrentados por portadores de talassemia com excesso de ferro no organismo.
    O acúmulo de ferro faz com que haja a liberação do radical livre hidroxila, que causa a destruição do tecido normal, levando à perda a função do órgão afetado. Então, de acordo com o Dr. Giorgio Baldanzi, diretor do Hemobanco de Curitiba e membro do Comitê Científico Médico da Abrasta, se o acúmulo acontecer na tireoide, o tecido da glândula deixa de produzir os hormônios necessários.
    Esta baixa produção de hormônios pode causar cansaço, sonolência, ganho de peso, problemas no crescimento, edema de membros inferiores e facial , queda de cabelo, unha frágil, sensação de frio, diminuição da frequência cardíaca, problemas com a menstruação, entre outros sintomas. Em quadros extremos, esta deficiência hormonal pode até levar ao coma.
    “Se as transfusões começam na infância, o hipotireoidismo por acúmulo de ferro se faz ao redor dos 30 anos de idade, podendo ser mais precoce ou mais tardio dependendo da quelação e da presença de comorbidades como infecções de repetição e de cardiopatias. Em homens e mulheres, os sintomas são os mesmos, exceto, obviamente, aqueles relacionados aos órgãos sexuais, como amenorreia na mulher e impotência no homem. Na mulher, pode ser causa de infertilidade, inclusive”, explica.
    O tratamento deve começar pelo acúmulo de ferro, de acordo com o protocolo de quelação, com o objetivo de baixá-lo ao menor número possível. O profissional responsável é o endocrinologista.             Segundo o especialista, em muitos casos o hipotireoidismo, depois de já estabelecido, é irreversível. Em raros casos há relatos de reversão após um tratamento intensivo de quelação. “Para aqueles já com hipotireoidismo só resta o tratamento de reposição do hormônio tireóideo com levotiroxina”, fala. A reposição hormonal deve ser realizada até atingir a dose adequada e, importante salientar, para toda a vida.
    “Ainda não sabemos por que alguns pacientes aparentemente bem quelados apresentam hipotireoidismo. Provavelmente existam fatores individuais relacionados ao efeito do quelante e sua ação em determinados órgãos ou até uma maior sensibilidade à toxicidade do ferro e fatores genéticos. Mas espera-se que um paciente bem quelado desde a infância não venha a ter este problema. Realizar o tratamento de maneira correta ainda é a opção para tentar evitar complicações”, salienta o Dr. Giorgio.

Conheça oito alimentos que podem ajudar – e muito! – no melhor funcionamento da tireoide.
    Laranja: Rica em carotenoides e vitamina C, a laranja pode ser de grande ajuda, pois além de reforçar a imunidade, ela também participa da formação das catecolaminas, que são potencializadas pelos hormônios da tireoide.
    Carne vermelha: Além do selênio, também conta com a vitamina B6, que atua na produção de hormônios e é estimulante das funções defensivas das células.
    Gema do ovo: Além do iodo, principal nutriente para o bom funcionamento da tireoide, possui vitamina D, que, quando em baixa, compromete a participação dos hormônios tireoidianos nos ossos.     Leite e derivados: Cálcio, vitamina D, vitamina A e iodo são os principais nutrientes presentes no leite e seus derivados e são essenciais para a tireoide.
    Peixes de água salgada: Além do selênio, também conta com a vitamina B6, que atua na produção de hormônios e é estimulante das funções defensivas das células.
    Sementes: Linhaça dourada, sementes de abóbora e de girassol são poderosas. Dois de seus principais nutrientes são o cálcio e a tirosina, que funciona como um alimento para o metabolismo.         Castanha-do-Pará: Rica em selênio e ômega-3, uma gordura poli-insaturada, a castanha-do-pará fornece nutrientes que servem de matéria-prima para a produção de hormônios pela tireoide.


FONTE: Info Abrasta
Páginas: 4 e 5


OBS: Canal do blog Tudo Sobre Talassemia - Youtube



quarta-feira, 19 de julho de 2017
Mais uma postagem, dessa vez sobre o concurso Guerreiros do Ferro. Você já participou?? Além da experiência de desenhar e esquecer um pouco sobre a doença, você pode ganhar prêmios!!

Esse ano o concurso “Guerreiros do Ferro” foi antecipado, comece a pensar no seu desenho e participe! O prazo para envio vai até 10 de agosto.

Por quê?

Como sabem, o concurso de desenhos era sempre lançado em outubro, e a premiação em maio do ano seguinte. Para estarmos ainda mais alinhados com o concurso internacional, a partir de agora lançaremos o “Guerreiros do Ferro” em julho, e a divulgação dos vencedores em outubro, no dia das crianças!

O concurso

14º Concurso de Arte Guerreiros do Ferro é internacional, e realizado no Brasil pela ABRASTA – Associação Brasileira de Talassemia em parceria com a ApoPharma.
O concurso premiará pacientes de talassemia em três categorias, divididas por faixa etária: de 4 a 8 anos, de 9 a 15 anos, e acima de 15 anos.*
É muito fácil participar, basta seguir o regulamento.
*O concurso tem duas etapas, uma de premiação nacional e outra de seleção internacional. Nesta última, os desenhos vencedores farão parte do calendário mundial.

Regulamento

1) Público-alvo
Pacientes de talassemia major e intermédia acima de 4 anos.
2) Temas para o desenho
– Guerreiros do Ferro
– Corações e Borboletas
3) Desenhos
Faça um desenho sobre um dos temas (item 2) e envie junto com o formulário preenchido. Atenção: cada participante poderá inscrever até dois desenhos.
4) Materiais e formato
Você pode usar qualquer tipo de material. O desenho deve ter um tamanho mínimo de 21 x 28 cm e máximo de 28 x 43cm (sulfite A4 ou A3), e ser feito na horizontal.
5) Prazo de entrega
O prazo de entrega é 10 de agosto de 2017.
Envie seu desenho junto com o formulário preenchido para a Abrasta – Rua Pamplona, 518 – 5º andar | São Paulo/SP (A/c Cristiane).

Prêmios*

4 a 8 anos
1º lugar
– Tablet
2º lugar
– Carrinho de controle remoto (menino)
– Boneca Baby Alive (menina)
3º lugar
– Tênis de Led
9 a 15 anos
1º lugar
– Skate Hoverboard
2º lugar
– Caixa de Som Bluetooth
3º lugar
– Mochila escolar
Acima de 15 anos
1º lugar
– Aparelho Celular
2º lugar
– Patins e acessórios
3º lugar
– Mochila escolar (menino)
– Estojo de maquiagem (menina)
Importante:
Os desenhos não serão devolvidos e podem ser utilizados em peças de futuros eventos sobre talassemia e demais materiais da ABRASTA.
Mas isso não é tudo!
Você ainda concorrerá ao Concurso Internacional e o seu desenho poderá ser exibido em um calendário internacional!
Todos os anos desenhos brasileiros ficam entre os vencedores! Participe!
FONTE: Guerreiros do Ferro
Vamos a mais uma postagem, pra compensar esse tempo que fiquei sem postar!

O aumento do baço, também conhecido cientificamente por esplenomegalia, é uma das características apresentadas pelos portadores de talassemia major e, no passado, retirá-lo era procedimento comum.
Com cerca de 13 centímetros, este órgão pode ser comparado a uma esponja, que retém as células mortas ou doentes que estão na circulação de sangue. Ele funciona como um filtro, que seleciona, prende e destrói aqueles glóbulos vermelhos (hemácias) que não têm mais utilidade.
O baço também é um reservatório de monócitos (glóbulos brancos), que ficam quietinhos e são enviados prontamente quando nosso organismo precisa de defesa extra.
Em pessoas com doenças hematológicas, como a talassemia, este órgão pode aumentar em até dez vezes e, quando em tamanho anormal, ele acaba “sequestrando” mais células e acumulando uma quantidade maior de sangue. Esta retenção faz com que aumente as necessidades transfunsionais.
Antigamente, quando os pacientes não realizavam o tratamento corretamente, os médicos optavam pela retirada do baço. Os riscos para aqueles que retiravam o órgão também eram grandes. Muitos portadores de talassemia que foram esplenectomizados (retiraram o baço) no passado tiveram complicações infecciosas, incluindo choque séptico fulminante – quando há falência da circulação sanguínea.
Por isso, hoje a situação é completamente diferente e a abordagem médica referente à retirada do baço passou a ser muito mais conservadora e só é indicada em casos de extrema necessidade, como por exemplo quando há hiperconsumo dos glóbulos vermelhos.

FONTE: Retirar ou não o baço




Olá pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim. Sei que novamente andei sumida, mas como sempre tem explicação: Semana de provas, trabalhos, seminários, finalização do curso (agora sou técnica em farmácia e técnica em química - rumo ao terceiro técnico, Análises Clínicas) e também a mais ou menos três semanas perdi meu cachorro, ele estava com 16 anos e com câncer, duas semanas depois minha vó perdeu o cachorro dela.
Em breve vai ter postagem e vídeo de material escolar de novo, só estou esperando chegar algumas coisas. Falei para vocês também que o blog estava com uma nova parceria, sobre isso é verdade mas a empresa ainda não mandou os produtinhos para fazer resenha no blog e no canal do youtube, estou no aguardo dos produtos para poder falar qual empresa que é e indicar a empresa.

Hoje vim falar rapidinho com vocês sobre o manual de talassemia disponível para download no site da ABRASTA - Associação Brasileira de Talassemia.

Este manual foi pensado e escrito a todos os portadores de talassemia e seus familiares. Nele, você encontrará informações completas sobre a doença, tratamentos e qualidade de vida – e claro, com uma linguagem de fácil compreensão.

Para vocês baixarem, entrem no site da ABRASTA - Manual de Talassemia que lá vai ter um link para vocês realizarem o download. Se quiserem, podem entrar Aqui que vai direto para o manual de talassemia.

Boa leitura

Em breve mais postagens sobre talassemia, material escolar, resenha de produtos, rotina volta as aulas, rotina de um talassemico maior, enfim, muitas postagens estão por vir e estão sendo preparadas para vocês com muito amor e carinho.

Até breve


terça-feira, 27 de junho de 2017
Olá pessoal, tudo bem com vocês?? Sei que ando sumida do blog e também sumi da comunidade de talassemia da rede amar a vida, mas como sempre é a correria do curso e ontem perdi meu cachorrinho.
Bom, vou recompensar vocês com várias postagens durante a semana

As úlceras são lesões superficiais, que podem ocorrer em qualquer organismo. Assim como outras complicações, algumas pessoas podem se tornar mais vulneráveis ao problema. Este é o caso, por exemplo, das úlceras gástricas, que podem ocorrer devido ao uso de anti-inflamatórios ou até mesmo por causa de bactérias, provocando muitas dores na região do estômago. Na talassemia, em específico a intermédia, o tipo mais comum é a chamada úlcera dos membros inferiores. Um estudo realizado com 100 pessoas portadoras da talassemia intermédia mostrou que 53% tinham maior propensão de apresentar o problema. Já no grupo com 100 portadores de talassemia major, ninguém apresentou. Essas úlceras aparecem como “feridas” na região das pernas e tornozelos, provocando muita dor e dificuldade de locomoção. Isso acontece porque, ao ficar em pé, a pele e a circulação do sangue podem sofrer alterações. A falta de transfusões de sangue, quando necessárias, é um dos principais fatores de risco. De acordo com a Dra. Sandra Logetto, médica do Comitê Científico Mé- dico da Abrasta, podem facilitar o aparecimento das úlceras: ter mais de 35 anos, ferritina sérica acima de 1000 ng/dL, aumento do baço, não receber hidroxiureia, não realizar a quelação de ferro quando há indicação e apresentar anemia. “A trombose, devido à obstrução da circulação sanguínea, conhecida por isquemia, insuficiência cardíaca e venosa, e sobrecarga de ferro no organismo também podem causar o surgimento de úlceras”, explica Dra. Sandra. O tratamento Infelizmente, as lesões são de difícil tratamento e até o momento não existem estudos suficientes que comprovem qual a melhor terapia para a úlcera na região das pernas. O próprio tratamento, ou seja, transfusões de sangue e terapia quelante, quando indicados, podem ser benéficos. “A pele deve ser examinada com frequência em busca dessas mudanças. Quando percebemos a úlcera, o paciente deverá ser acompanhado em conjunto com o dermatologista e cirurgião plástico. Sempre informamos que manter as pernas elevadas por 1 ou 2 horas por dia, ou dormir com as pernas um pouco levantadas, pode ajudar muito”, diz Dra. Sandra. Alguns especialistas indicam as transfusões de sangue e terapia quelante do ferro, quando necessá- rias, para amenizar as feridas. Em caso de infecções, o uso de pomada com antibiótico e curativo local devem ser utilizados. Creme com nitrito de sódio também ajuda bastante. Em pessoas com úlceras persistentes, existem relatos de tratamentos com vasodilatadores, câ- mara de oxigênio, enxerto de pele, fatores derivados de plaquetas tópico e anticoagulantes. “Porém, não se tem estudos clínicos para comprovar a real eficácia desses tratamentos“, enfatiza Dra. Sandra.

FONTE: Info Abrasta
Disponível no site: http://abrasta.org.br/info/ed33.pdf


OBS: Pessoal a ABRASTA disponibilizou em seu site um manual sobre talassemia para pacientes e familiares. Segue o link: http://abrasta.org.br/download/manual_talassemia.pdf